quarta-feira, 14 de abril de 2010

Adicción a las compras


Autor: Fernando Azor Lafarga. Él es Fernando psicólogo y director de www.gabinetedepsicologia.com y tiene experiencia en trastornos relacionados con fobias


Vivimos en una sociedad de consumo en la que nos invitan constantemente desde la publicidad a tener lo último llegando a sentir en ocasiones que lo “necesitamos”. Este hecho ha generado que en los últimos años surjan cada vez en mayor número diferentes casos de las llamadas socioadicciones. Éstas se caracterizan por ser una adicción no a una sustancia sino a actos socialmente aceptados como pueden ser ver la televisión, usar el móvil o Internet, o comprar.

La persona que es adicta a las compras no suele reconocer su problema hasta que éste tiene unas consecuencias muy graves ya que como en otras adicciones lo viven con mucha vergüenza.
Este problema es más frecuente en mujeres sobre todo de 40 a 50 años y afecta aproximadamente a un 3% de la población general según los últimos estudios.


Bajo esta adicción se suelen esconder estados depresivos y de ansiedad así como bajos niveles de autoestima. El problema se inicia cuando una persona encuentra gratificante el hecho de ir a comprar y empieza a utilizar esta actividad como única forma de encontrarse bien, o bien porque abandona otras actividades o bien porque llena un vacío. Este hecho hace que la persona empiece a asociar el acto de comprar con una sensación de bienestar. A partir de entonces la persona puede entrar en un círculo vicioso: en un momento de ansiedad o malestar siente el impulso de comprar y no puede resistirse; la persona compra algo y en ese momento siente una sensación de alivio y de bienestar que le sube el ánimo; posteriormente, al darse cuenta de que no ha podido evitar su impulso, que ha gastado un dinero que no debía gastar, y que lo ha gastado en algo inútil o que no necesita, un fuerte sentimiento de culpa junto con una fuerte autocrítica invaden a esta persona; el malestar derivado de estos sentimientos negativos se hace insoportable y provocan que la persona busque la forma de sentirse bien; la persona vuelve a comprar por ser ésta una forma fácil, rápida y efectiva de sentir ese alivio y bienestar que en ese momento tanto necesita.

Al principio la persona se justifica diciendo que era una oportunidad, que era un precio excepcional, que siempre viene bien para fondo de armario, etc., pero en la adicción a las compras no es el objeto que se desea lo que lleva a la persona a comprar sino que es el hecho de comprar, independientemente de lo que se compre, lo que se busca. Al final la persona llega a acumular muchos objetos inútiles o ropa sin estrenar, llegando incluso a esconderla para que la gente a su alrededor no se dé cuenta de su problema.

Como en toda adicción, en los casos más graves, la persona puede acabar tendiendo serios problemas familiares, sociales y económicos.

Este tipo de adicciones está relacionada en ocasiones con otras como puede ser por ejemplo la adicción a la comida en donde el patrón que sigue el sujeto es muy similar. Además de ciertos rasgos de personalidad que pueden hacer a la persona más vulnerable hay otros factores más sociales que favorecen el problema como son la proliferación de tiendas de todo a 1 euro, las tarjetas de cliente de diferentes cadenas comerciales que gratifican con descuentos si se hace determinadas compras, las tarjetas de créditos que facilitan el pago, o los cada vez más numerosos créditos rápidos que nos aseguran una cantidad sin “hacer preguntas”.

Algunos consejos para intentar controlar esta adicción pueden ser:

Intentar hacer una lista de lo que se va a comprar, planificar el gasto para cada cosa, buscar otras alternativas de ocio y de “invertir” nuestro dinero, ser más crítico con la publicidad para no dejarnos engañar, no frecuentar lugares que inciten a las comprar como grandes centros comerciales, posponer la compra de algo que se desea 1 ó 2 días para reflexionar sobre su necesidad, etc.

Si estos consejos resultan inútiles o muy difíciles de llevar a cabo, quizás el primer paso sea reconocer que se tiene un problema y pedir ayuda.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Caso Luziânia


Acreditando que tudo está ligado, quero abrir este espaço para falar do caso Luziânia. Faz mais ou menos dois meses que o Basil acompanha o caso de 6 adolescentes que desapareceram misteriosamente. Todos moravam no mesmo bairro, não possuíam antecedentes criminais e sumiram à luz do dia. Foram muitas as especulações: tráfico de órgãos, trabalho escravo, fuga, entre outras.
As famílias sofreram com a falta de notícias e o descaso da polícia. Finalmente, uma chamada no celular atendida e um menino desconfiado conduziram as investigações para o desfecho que todos imaginavam, porém totalmente indesejado.
Todos os meninos receberam uma proposta de fazer um pequeno serviço a fim de receberem uns trocados ... e tragicamente, pagaram com a própria vida.
Necessidade? Coragem própria da adolescência? Inimizade? Falta de cuidado?
Acho que não ...

Um final trágico traçado por Admar de Jesus Santos, um pedreiro de 40 anos que havia sido condenado a 14 anos de prisão por pedofilia em Brasília, mas, após cumprir quatro anos, foi beneficiado pela progressão do regime. Admar atraiu os jovens oferecendo pequenos trabalhos de pedreiro e dinheiro. Segundo a polícia, Admar matou os jovens a pauladas e os enterrou em covas rasas. O acusado foi preso no último sábado (10) em Luziânia, mas foi transferido no domingo (11) para Goiânia, por motivos de segurança ( segurança dele?....porfavorrr!).

Esse caso que nos gera revolta e inconformidade com uma série de medidas, me levando a repensar mais uma vez na injustiça operacionalizada pelo nosso "sentimental" sistema penal brasileiro.

Segundo as informações no site do Senado (www.senado.gov.br), "Admar de Jesus Silva prestou depoimento em Goiânia nesta segunda-feira (12) ao relator e ao presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, respectivamente os senadores Demostenes Torres (DEM-GO) e Magno Malta (PR - ES), e confessou ter matado todos os garotos após o sexo. Demóstenes disse que Admar pode ser considerado um assassino em série e afirmou que a CPI continuará acompanhando o caso.

- Ele disse que após a relação sexual sentia ódio e nojo. Disse que ouve vozes e que sonha com os crimes - disse Demóstenes à Agência Senado.

O interrogatório foi realizado na Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás. Também participaram do depoimento o presidente da CPI da Pedofilia da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Fábio Souza (PSDB) e o Secretário de Segurança Pública de Goiás, Sérgio Augusto Inácio de Oliveira.A CPI da Pedofilia esteve em Luziânia no curso das investigações. Durante esse período, as mães dos jovens assassinados também foram recebidas pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Em entrevista à Agência Senado, Magno Malta disse que pretende ouvir o juiz responsável pela libertação do acusado e também o psiquiatra que assinou o laudo indicando que o pedreiro necessitava de acompanhamento médico. De acordo com policiais que investigam o caso, Admar teria feito sua primeira vítima poucos dias depois de deixar a prisão.

- Havia laudos que apontavam o risco, que [mostravam ser] este homem um pedófilo perigoso. A libertação dele sem qualquer tipo de assistência permitiu essa desgraça - disse Magno Malta.

A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) acredita que o desfecho do caso em Luziânia poderia ter sido outro, caso projeto de autoria dela que propõe a divulgação on line de informações sobre pedófilos após sua libertação da cadeia, já estivesse em vigor.

A proposta da senadora Marisa Serrano (PLS 338/2009) determina que qualquer pessoa pode ter acesso a informações do criminoso como nome completo, endereço de casa, local de trabalho ou estudo, crime pelo qual foi condenado e fotografia. Esses dados devem ser fornecidos pelo próprio pedófilo, caso contrário, ele poderá ser preso novamente pelo período de 1 a 2 anos e terá de pagar multa. As informações ficarão disponíveis em site governamental.
A parlamentar ressaltou que a ideia é dotar o Brasil de recurso de defesa social já usado com sucesso nos Estados Unidos.
- O objetivo é simples: permitir aos pais tomar conhecimento da existência de pedófilos condenados residindo próximo à sua própria residência ou à escola de seus filhos, com a possibilidade de identificá-los fisicamente - afirmou Marisa.
A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e agora aguardo o relatório na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa."

Aproveito aqui para prestar o meu apoio ao projeto "Todos contra a pedofilia". Maiores informações no site oficial da campanha:

http://www.todoscontraapedofilia.com.br/site/

Crimes como esse, nos faz levantar novamente questões como pena de morte ou castração quimica ... porém, a violência está no coração do homem! Quanto mais o homem e a sociedade se afasta de Deus, mais caminhamos para a realidade de uma sociedade insegura, violenta, confusa, depressiva e infeliz.

Deixo aqui meus sentimentos às famílias dos garotos ...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Teoria e Prática

No post sobre estágio falamos sobre a importância da teoria e da prática. Escrevi um pequeno resumo dos conceitos de teoria e prática contidos no livro "Estágio e Docência" de Selma Garrido Pimenta, fazendo a distinção entre esses dois importantes elementos presentes na atividade educacional. Apesar de estar escrito em espanhol, acredito que todos podem entender.

La teoría ofrece instrumentos y esquemas para el análisis e investigación que permiten cuestionar las prácticas institucionalizadas y las acciones de los sujetos, al mismo tiempo, que pone ellas propias en cuestionamiento, una vez que las teorías son explicaciones temporarias de la realidad.
La práctica es institucionalizada; es la forma de educar que ocurre en distintos contextos. Es el hacer efectivo, compuesto de contenidos, objetivos, habilidades y posturas científicas.
Así, la teoría y la práctica, que componen la práctica educativa deben posibilitar que los futuros profesores comprendan la realidad se utilizando de todas las asignaturas prácticas y fundamentales para su propia formación a partir del análisis, de la crítica y de nuevas formas de hacer educación.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Dia da Mobilização!!!


A mobilização pela educação está alcançando patamares mais elevados. Em alguns municípios e cidades, já está sendo criado o dia da mobilização. Depois de Santa Inês no Maranhão, agora é a vez de Belo Horizonte - MG. A instituição de um dia dedicado à mobilização, reflete a relevênia do tema em questão. Que outras cidades possam imitar tal esforço, a fim de promover reflexões, debates e eslarecimentos sobre a educação, assim como a participação da família e da comunidade na escola.

*De autoria do vereador Arnaldo Godoy (PT), o Projeto de Lei 583/2009, aprovado em 2º turno na reunião plenária, objetiva motivar maior participação das famílias na educação das crianças da cidade. Com o projeto será instituído o Dia Municipal da Mobilização pela Educação, que será comemorado no dia 19 de setembro. De acordo com a justificativa do projeto, a data servirá também para divulgar dados sobre a educação no Município.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

DELE


Para quem deseja obter um diploma reconhecido internacionalmente de proficiência na língua espanhola, o DELE é a melhor opção.

Los Diplomas de Español como Lengua Extranjera (DELE) son títulos oficiales, acreditativos del grado de competencia y dominio del idioma español, que otorga el Instituto Cervantes en nombre del Ministerio de Educación de España.
El Diploma de Español Nivel A1 acredita la competencia lingüística suficiente para comprender y utilizar expresiones cotidianas de uso muy frecuente en cualquier lugar del mundo hispanohablante, encaminadas a satisfacer necesidades inmediatas.

El Diploma de Español Nivel A2 acredita que el candidato es capaz de comprender frases y expresiones cotidianas de uso frecuente relacionadas con áreas de experiencia que le son especialmente relevantes (información básica sobre sí mismo y su familia, compras, lugares de interés, ocupaciones, etc.).

El Diploma de Español Nivel B1 (Inicial) acredita la competencia lingüística suficiente para comprender y reaccionar adecuadamente ante las situaciones más habituales de la vida cotidiana y para comunicar deseos y necesidades de forma básica.

El Diploma de Español Nivel B2 (Intermedio) acredita la competencia lingüística suficiente para desenvolverse en las situaciones corrientes de la vida cotidiana, en circunstancias normales de comunicación que no requieran un uso especializado de la lengua.

El Diploma de Español Nivel C2 (Superior) acredita la competencia lingüística necesaria para desenvolverse en situaciones que requieran un uso elevado de la lengua y un conocimiento de los hábitos culturales que a través de ella se manifiestan.

La Universidad de Salamanca colabora con el Instituto Cervantes en la elaboración de los modelos de examen y en la evaluación de las pruebas para la obtención de los diplomas de español.

*** Em Teresina, você poderá inscrever-se para o nível que desejar na Universidade Estadual do Piauí - UESPI, Campos - Torquarto Neto, na coordenação do curso de Letras Espanhol, até o dia 16 de abril do corrente ano.

As datas das provas, assim como suas respectivas taxas estão disponibilizadas no site: www.diplomas.cervantes.es

A aquisição do diploma é de grande valia para todos os que se utilizam do espanhol em suas profissões, especialmente para os professores de espanhol, assim como também intérpretes e tradutores. Hablemos el español!!!!!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Resumo em grupo


Hoje, o meu post é um protesto.
Protesto contra a forma medíocre de avaliação de alguns que se dizem profissionais da educação. Será que os professores pensam que os alunos são burros e cegos? Será que eles acham que nós não percebemos quando eles não prepararam a aula, e tentam enfiar "goela a baixo" trabalhos sem propósito algum, apenas pra preencher o tempo e poupá-los de uma avaliação mais detalhada e precisa?
Sim.... isso é um desabafo!
É a manifestação da minha revolta contra os tão comuns resumos em grupo. Trabalho que tenha conteúdo, onde todos participam é até muito útil e prazeroso....mas alguém porfavor, pode me dizer...como um grupo de 5 pessas vai fazer um resumo de um texto de 30 linhas que já foi discutido em sala de aula? É claro...isso é muito cômodo pra alguns, mas esse tipo de atividade sempre acaba sendo feita apenas por um aluno...e no final, todos ganham nota igual. Paciência...

sábado, 3 de abril de 2010

Estágio


Sempre fiquei abismada com a importância que o estágio e a prática pedagógica possuem na grade curricular de alguns cursos de licenciatura, pedagogia e outros que visam formar o profissional da educação. Devo confessar, que quando passei no vestibular, já vinha me preparando psicologicamente para enfrentar o tão temido estágio - aquelas horas em sala de aula, como exigência para conclusão do curso superior. Quando cheguei no 5º período, surpresa! Duas aulas seriam suficientes para que eu fosse considerada professora!
Bom...isso me pareceu muito cômodo de início, mas profundamente perturbador depois de enxergar a necessidade de contato com a realidade da sala de aula. Embora não quisesse trabalhar na docência, mesmo assim, senti-me (como sinto até hoje) fora da realidade para escrever sobre o tema. Cheguei a indagar a alguns professores o porquê do descaso com tais disciplinas... por que tanta leitura, e tão pouca prática? Creio que o não destaque do estágio nos cursos superiores, vem de uma visão distorcida do papel do mesmo na formação do profissional.
Selma Garrido Pimenta, em seu livro "Estágio e Docência", discorre sobre as diversas concepções de estágio. Sendo o estágio identificado como a parte prática dos cursos de formação de profissionais, pode correr o risco de ser considerado de forma isolada, sendo que não podemos dissociar teoria e prática, pois assim, corremos o risco de multiplicar os equívocos. A prática vista como imitação de modelos já existentes, pode ser considerada cômoda e segura, porém, desconsidera as diversas realidades e ignora os contextos. Aprender uma profissão apartir da observação, imitação e reprodução pode ser um desastre pedagógico, quando não se vale das mudanças sociais e históricas. Embora tal forma de aprender tenha sua importência, ela não é suficiente, assim como a prática vista como instrumentalização técnica, que se vale de técnicas e metodologias, como se todas as situações fossem iguais. Não há oposição ao uso de determinadas práticas e metodologias, porém, tais técnicas não podem ser um fim em si mesmas. Não será vantajoso ser dono de um acervo de técnicas se não possui a habilidade de lançar mãos das mesmas de acordo com a situação. Como em tudo na vida, deve-se buscar o equilíbrio entre teoria e prática. Nas palavras de Selma Pimenta, "a dissociação entre teoria e prática, resulta em um empobrecimento das práticas nas escolas, o que evidencia a necessidade de explicitar por que o estágio é teoria e prática (e não teoria ou prática)."
Sendo o estágio uma atividade que se aproxima da realidade através da pesquisa e da constatação da teoria e do contexto, o estágio precisa ser mais valorizado nos cursos de formação de professores. O tempo necessário para o exercício de tal prática pedagógica não pode se reduzido, e a pesquisa deve ser levada a sério!